Larissa Brasil

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June 2012

8 posts

Thanks, pretty!

Obrigada. Por ano passado, pelo mês passado, por ontem, por hoje..

Obrigada por ter me dito exatamente o que precisava ouvir, ontem, quando apertei “play” no ônibus. La fora, só havia chuva, que batia e salpicava da janela pro asfalto. Aqui dentro, toda aquela angústia e raiva que eu sentia, minutos antes, foram embora, como se você viesse para dizer que a vida lá fora, tá chamando agora.. - E não demora! - Como se você viesse para me lembrar que há muito mais lá fora. 
Foi então, nesse momento, que eu desci e senti a garoa caindo sobre mim. Só me importava com a sensação inigualável de te ouvir (proteger o celular.. Não só para protegê-lo, mas mais ainda, para proteger a música.. a voz que me fazia sublime naqueles minutos) e deixar me molhar, pela chuva que, junto com você, lavou e levou pra longe, tudo que era ruim. E você deixou tudo o que há de bom. Obrigada. Por ontem, por hoje e por sempre. Obrigada, e mais uma vez, mil vezes, obrigada, querido, idolatrado e incalculavelmente amado, Jay Vaquer! 

Jun 20, 2012
Jun 20, 2012244 notes
“Eu sou antipática mesmo, o mundo tá cheio de gente brega e limitada e é um direito meu não querer olhar na cara delas, não tô fazendo mal a ninguém, só tô fazendo bem a mim.” —Tati Bernardi  
Jun 20, 201213,062 notes
“Às vezes olhavam-se. E sempre sorriam.” —Caio Fernando Abreu. 
Jun 20, 20122,689 notes
“(…) Mas você eu já desisti de esquecer. Pra sempre eu vou sentir um elevador de gelo seco em todos os meus andares quando você aparece de alguma maneira. Quando tem foto sua, quando tem recado seu, quando tem você atravessando a avenida.” —Tati Bernardi. 
Jun 20, 20125,501 notes
“Sorrir não mata. Viver não dói. Abraçar não arde. Beijar não fere. Rir não machuca. Você não tem motivos para não tentar ser feliz.” — Renato Russo 
Jun 20, 201228,504 notes
Jun 20, 201250,287 notes
Jun 20, 201248,277 notes

May 2012

4 posts

 R - A - I - V - A.

-Sentir raiva não é uma coisa boa.

Não tem problema, sinto Ó - D - I - O  então.

May 19, 2012
May 19, 201217 notes
May 19, 2012
E quando ele sorriu, eu percebi. Eu percebi que eu estava na merda.


-Tati Bernardi-

May 13, 20121,121 notes

March 2012

2 posts

Pra você, Jay ..

Não dá, não dá. São meses, as vezes eles até completam mais de um semestre, sem vê-lo, e quando chega o dia, as 3 horas em que fico lá se transforam em 3 milésimos de segundo.
Meu coração samba dentro de mim, sinto as batidas desconexas e é aí que tudo faz sentido. 
Meu sorriso permanece sublime e meu olhar, puro, como uma criança que acaba de ver o presente mais valioso de todos, seja ele o que for.
Minha energia alcança o ápice e insiste em querer ultrapassá-lo, as pessoas à minha volta sorriem de volta e criam um clima acolhedor e repleto de amor, que só nós sabemos dar. (Vulgo, ‘mundiça’)
As luzes piscam e transformam em luz as batidas do meu coração também, e quando ele respira e eu percebo isso, respiro profunda e calmamente.
Desço, e como um ser um ser inigualável que ele é, me olha e diz meu nome, me abraça e me agradece com o sorriso que permanece sublime, só que dessa vez, é o dele. 
Pronto! Ganhei meu dia, meu mês.. Meu ano, quem sabe. Se quiserem me dar um “chute nos bagos”, eu aceito, sorrindo.

Eu, vou mesmo na contramão de quem diz que não é permitido desejar alguém assim.
O último show já parece ano passado nesse momento.
- Jay. ♥

Mar 24, 2012
“‎… “Garota, cada dia seu vestido tá mais curto, suas sombras mais pesadas. Onde você quer chegar, hein?” Sem hesitar “-Queria chegar na resposta pra essa pergunta. Mas eu não sei mais onde ir, o que fazer, o que sentir. Só sei que tô cansada de sentir as coisas a flor da pele e depois ter que trasbordar tudo isso pelos olhos, poros. Tô cansada de pedir vodka e só vir com gelo e nada de paz. Tô cansada de ouvir palavras vazias, pessoas vazias, desculpas vazias. Talvez eu seja inteira demais pra essa boate, essa cidade, esse mundo. Encurtei o vestido, porque não é isso que importa? Pernas, bundas e peitos. De que vale coração hoje em dia? Vocês nem sabem usar, acham que é brinquedo e eu já conheço o final desse filme. Quero trocar de cena, personagem, roteiro. Só isso.” A amiga, confusa, alcoolizada e sem fazer questão de entender, riu “- Já tá bêbada, né!” e foi dançar com o cara forte de blusa rosa. E ela sussurrou “-Quem dera. Tô sempre sóbria demais. Esse é meu problema.”. Enquanto os caras olhavam como quem escolhe carne num açougue, ela bebeu mais vodka, ficou mais sóbria e foi embora com o salto na mão, o equilíbrio na bolsa e o amor-próprio escorrendo junto ao rímel. Ela não precisava de um lugar cheio de homens simples e mulheres problemáticas, encurtando os vestidos e pesando na maquiagem. Ela não precisava puxar assunto com o ex, pra ouvir o quanto ele se arrependeu de tê-la perdido e o quanto ela é especial. Ela só precisa de alguém que ela não precisasse, novo em folha, que nunca tenha sentido o peso que ela nem sempre consegue disfarçar. Uns carinhos que não acabem em dor. Alguém que arranque sorrisos e não lágrimas. Precisa de alguém que entre na vida dela e que fique. Não por pressão, obrigação, cobranças ou sufocação. Que fique só porque o sorriso dela dá paz e é disso que todo mundo precisa.” —Marcella Fernanda
Mar 13, 2012

February 2012

45 posts

Sim. Depois de quase dois anos apertei o botão “desfazer amizade”. Nada que tenha acontecido demais nos últimos tempos. Simplesmente, porque precisava irremediavelmente seguir em frente.

Feb 23, 2012

“Quando não sou mulherzinha demais, sou homem demais. Equilíbrio, por que você não entra na minha vida?” - 
Hahauhau. Sou bem dessas! 

Feb 23, 2012
“Eu juro que tentei fazer parte dessa tribo que não trabalha com sentimentos, que sai pelas noites curtindo a vida e sendo supostamente feliz. Só que me irrita essa gente que precisa de um litro de vodka pra dizer verdades, pra sorrir. Me incomoda essa felicidade engarrafada, esses sentimentos abafados, esses sorrisos forçados. Nem sempre eu tô feliz, mas sempre que tô sorrindo, é sincero, e é isso o que importa. Sou do tipo que não precisa provar nada pra ninguém, já que no fim das contas só eu posso me fazer feliz. Sentir menos como precaução é válido, mas querer convencer o mundo e a si mesmo que não sente nada, é tolice. Se meu momento é de ficar no quarto, chorando e me recuperando, não vou pra balada tirar foto feliz. Não atropelo meu tempo, pra não morrer atropelada. Por mim tudo bem, você pode diminuir mais o vestido, aumentar o decote e comprar outro batom vermelho. Mas e por dentro, seu coração tá de salto também?” —
Feb 23, 2012
“Sentir me é tão vital quanto respirar, quando eu dou por mim, já tô sentindo tudo ao mesmo tempo. Eu que sinto tanto, hoje principalmente sinto muito. Sinto muito se as pessoas não gostam do meu jeito, das minhas roupas ou acham que eu deveria mudar um pouco, porque eu sou assim e não vou mudar por ninguém. Sinto muito se eu magoei alguém um dia, e isso eu sinto de verdade… Nem sempre minhas palavras foram bem colocadas, nem sempre elas foram ditas. Sinto muito se alguns caras que passaram pela minha vida me deixaram porque queriam mais ou menos, hoje eu sei o quanto foi bom eles terem partido e que eu que merecia mais, bem mais. Sinto muito se ás vezes não sou o meu melhor, se minhas atitudes decepcionaram quem não deveria, ninguém é tudo que tem de bom sempre. Sinto muito se cobrei demais das pessoas, fantasiei demais… Hoje eu me vejo falhando tanto, cometendo erros que tanto julguei quando fui a vítima. Sinto muito se a minha sinceridade assusta, se as pessoas preferem essa hipocrisia de só falar o que for conveniente. Esse é meu verbo, sentir. Há quem ache besteira, há quem não saiba nem conjugar. Um desperdício. Desses eu sinto pena. E você, qual é o seu verbo?” —Marcella Fernanda
Feb 23, 2012
“Acho mais fácil cortar relações com certas pessoas do que o meu cabelo. Tô preferindo ganhar dinheiro do que um namorado. Que orgulho de mim! Desapego, bem-vindo.” —Marcella Fernanda
Feb 23, 2012
“Ouvi dizer por aí muitas coisas, recebi mil instruções, infinitas receitas de como conseguir um bom relacionamento de gente que tá junto por pena ou carência. Muitas pessoas erradas, me dizendo o que eu deveria fazer pra ser certa, mas pouca gente dizendo que eu tinha que fazer o que me fizesse feliz e só. Tive que aprender sozinha a me fazer bem, a estar com gente do bem, a ser maluca pra não enlouquecer. Tive que saber a hora de me impor e de me calar, de lutar e de abrir mão. Foi difícil entender a hora de ficar e a hora de partir, o que vale a pena e o que não. Mas isso ninguém pode entregar pra gente em forma de manual. Tropecei muitas vezes antes de resolver mudar de caminho, até perceber que o problema não era eu ou a minha forma de andar. Chorei na frente de quem não devia, falei o que não precisava, senti sozinha ou absurdamente mais. Passei muito tempo de malas prontas, até finalmente ir embora. E nesse tempo aprendi a lidar comigo, pra poder ser uma boa companhia pra mim e não deixar qualquer pessoa do meu lado só pra me distrair. Foi te encontrando que eu me perdi, te perdendo que eu me encontrei. Foi partindo que eu pude entender minhas anotações vazias sobre a vida, o amor. Você foi causa de coisas boas e muitas ruins, mas, principalmente, me ensinou do jeito mais torto possível o que ninguém tinha conseguido com post-its e lembretes de felicidade: Me ensinou a me amar acima de tudo e todos, que a maior parte da magia de um relacionamento pode ser fantasia minha e que, não importa o quanto foi bom, o próximo vai ser sempre o melhor, é só eu deixar.” —Marcella Fernanda
Feb 23, 2012
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